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Para Ibaneis, os 100 primeiros dias foram produtivos

Várias medidas foram propostas no documento “o DF que a gente quer”
28/04/2019
FONTE: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

O balanço de 100 dias de governo, tradição iniciada nos Estados Unidos e copiada pelos países democráticos –inclusive o Brasil- serve para medir o pulso da popularidade dos governantes recém empossados. É apenas o ponta pé inicial nas expetativas da população quanto ao futuro, e um estorvo para os governantes, a maioria “marinheiros de primeira viagem”, que muitas vezes sequer conseguiram alinhavar um robusto programa de governo.
 

Em Brasília, o governador Ibaneis Rocha, comemorou os resultados dos primeiros 100 dias dizendo que, neste curto espaço de tempo, fez tudo aquilo que precisava e prometera, principalmente na área das licitações, dos projetos que precisavam ser ajustados e na alocação de recursos para que começassem as obras. 

Acatando várias sugestões do Codese, que apresentou uma série de propostas para dinamizar a economia e a geração de novos empregos, o governador deu mostras de que pretende - como prometera na campanha- fazer uma administração compartilhada com a sociedade organizada para a realização dos projetos fundamentais para a melhoria de vida da população.

Setorialmente Ibaneis explica que muita coisa vem sendo feita na área da saúde, mas admitiu que as pessoas só notarão as mudanças mais efetivas após pelo menos um ano de gestão. Numa das áreas mais comprometidas, a saúde, ele garante que fará uma renovação na rede hospitalar, programando reformas em várias unidades, sem precisar de recursos extras, pois a Secretaria da Saúde tem R$ 8,5 bilhões, que garantirão os resultados futuros. 

Mas, nem tudo são flores. O TCU decidiu que a União deve ficar com o Imposto de Renda que incide sobre os soldos e benefícios pagos a categorias profissionais cujos salários são bancados pelo Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) – como as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros. Isto implica que o DF terá de devolver R$ 10 bilhões à União e não poderá mais ficar com a verba arrecadada anualmente – cerca de R$ 700 milhões. O Governador vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas admite que, sem um posicionamento favorável, os efeitos no erário serão imediatos, exigindo profundos cortes em vários setores.

Na educação, outra área bastante criticada pela população, Ibaneis se mostra contente com o projeto de gestão compartilhada com a Polícia Militar. Pondera, entretanto, que quer diversidade na administração e projeta metas ambiciosas para a área e acredita ter chegado a hora de criar um novo modelo educacional para o Distrito Federal. Com isto, sem modéstia, diz que o DF vai apresentar a melhor educação do Brasil, e que pode ser exportada para todo o País.
 
Recursos para as obras
 
Para as classes produtoras e garantir o aumento do emprego no DF, o Governador promete transformar Brasília num canteiro de obras, tirando do atraso a falta de investimentos na área de infraestrutura. Para conseguir os recursos o GDF aposta nas emendas parlamentares para deslanchar os projetos permitirão fazer muitas obras no DF. Existem R$ 300 milhões de emendas que estão aí para serem utilizadas, recursos que não foram aproveitados nos últimos anos.

Ibaneis promete implantar o Hospital do Câncer, que tem R$ 120 milhões já aprovados na Caixa Econômica Federal e não depende dos recursos do GDF; as PPPs [parcerias público-privadas],  que foram colocadas para andar (como é o caso do VLT [veículo leve sobre trilhos],  com a  abertura de editais. Citou a Saída Norte que tem uma obra de infraestrutura importantíssima (uma ponte ligando o lago norte à L4, perto do clube do Servidor) que terá grande importância para o fim do estrangulamento do trânsito na região, e a Ponte do Paranoá.


Sugestões do Codese 
     

Várias propostas do Codese – englobadas no documento “O DF que a gente quer”, adotado pelo governo Ibaneis como uma espécie de norte em seu programa de governo, já começaram a ser implementadas. Sugeridas pela Câmara Técnica do Comércio, o GDF já deu inicio aos programas de revitalização do Setor Comercial Sul e da W3 Sul (quadras 511 e 512) e o lançamento da Zona Azul.

Na segurança pública o turno de plantação de 24 horas em todas as delegacias de polícia e encaminhou ao governo federal proposta de subsídios da PCDF com os policiais federais. Além disso, já estuda no âmbito administrativo a contratação de policiais inativos para atuarem internamente em substituição de policiais da ativa, que passarão a atuar na investigação criminal.

No Detran e DER, o governo também anunciou que instalará maior número de barreiras eletrônicas nas vias do DF em substituição ao grande número de “pardais”, e manteve o parcelamento de multas e descontos de 40% do valor quando a quitação for realizada por meio de débito eletrônico, medidas sugeridas pela CT de Segurança.

Sugerida pela CT de Energias Renováveis, o GDF anunciou a modernização da iluminação pública, que já vem ocorrendo na W3. As propostas da Câmara da Educação –reforma e construção de novas escolas e a ampliação de vagas escolares também estão no radar do governo.

Sugerido pela CT de Negócios Agropecuários, O GDF prometeu o asfaltamento da DF 285 e a ampliação de crédito para o setor rural. E, duas importantes propostas da CT de Regiões Metropolitanas, a criação da Região Metropolitana de Brasília e o projeto do trem Brasília-Luziânia são consideradas prioritárias.

 

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