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Parceria pretende inserir cerca de 600 profissionais por ano na indústria do vestuário no DF

Fábrica Social busca fomentar a geração de trabalho, emprego e renda por meio de curso de Vestuário e Materiais Esportivos.
25/08/2019
FONTE: Tony Winston/Agência Brasília

No dia 31 de julho, a Câmara de Vestuário e Moda do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do  Distrito Federal (Codese/DF), representada pela gestora Bernardeth Martins, vai assinar o Acordo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Estado de Trabalho do Distrito Federal, Codese/DF e o Sindicato das Indústrias do Vestuário do Distrito Federal (Sindiveste/DF). O objetivo é fomentar a geração de trabalho, emprego e renda por meio do curso de Vestuário e Materiais Esportivos ministrado pelo Centro de Capacitação e Qualificação Profissional do Programa Fábrica Social. 

 

De acordo com Gerson Vicente de Paula Júnior, subsecretário de Integração de Ações Sociais, da Secretaria de Trabalho do Distrito Federal, a Fábrica Social passou por uma modernização de todo processo formativo. “O aluno que é incluído na Fábrica Social para o curso de vestuário passa por um novo processo formativo. Após 12 meses, recebe formação em quatro profissões e ao final passa por uma vivência profissional”. Segundo Gerson, os profissionais serão inseridos nas indústrias de vestuário do DF para aprender como é a rotina de uma empresa no período de 90 dias. O transporte, alimentação e seguro de vida dos estudantes serão custeados pelo programa da Fábrica Social. “Nós estamos fazendo esse grande acordo em que o setor produtivo oferece as vagas e nós inserimos os alunos para essa experiência profissional”, afirma Gerson.

 

O público da Fábrica Social, segundo o subsecretário, é extremamente carente de inclusão em todos os sentidos e o programa cria oportunidades de inclusão no mundo do trabalho de forma real. “A maioria dos alunos eram catadores de lixo, viviam de reciclagem, nunca tiveram um relacionamento com uma empresa. Então, a partir desse momento de vivência  profissional, eles vão sentir a dinâmica de uma empresa, enquanto podem contribuir com a economia da empresa e do DF”.

 

Segundo Walquiria Pereira Aires do Sindiveste/DF, o papel do sindicato neste momento é fazer esse elo de ligação entre as indústrias do setor e a Fábrica Social. “Como nós representamos 5.800 empresas de vestuário no DF, queremos criar esse laço para fazer com que as empresas possam adquirir uma nova cultura, ao precisar de um profissional na área de confecção, entendam que esse profissional está dentro da Fábrica Social”.

 

Vantagens

A expectativa é inserir 600 alunos por ano nesse processo de vivência profissional, e entregar ao setor produtivo profissionais preparados, capacitados para serem contratos ou serem parceiros comerciais. “Eles podem ter uma personalidade jurídica e serem prestadores de serviço”, afirmou Gerson sobre os profissionais que não sejam absorvidos pelas empresas. 

 

A partir de setembro, 30 alunos serão inseridos em empresas indicadas pelo Codese/DF junto com o Sindiveste/DF, um projeto piloto para analisar a experiência. Para Gerson, a expectativa é aumentar em 60% a possibilidade de empregar os profissionais. “A partir do momento que coloco duas ou três pessoas em uma empresa, sem custo nenhum para o empresário no contexto do aprendizado, ele pode gastar sua energia fazendo outros negócios comerciais, isso vai ser uma grande vantagem para o setor produtivo”, afirmou o subsecretário.

 

De acordo com Bernardeth da CT de Vestuário e Moda do Codese/DF, as ações em conjunto com a subsecretaria de Integração de Ações Sociais será um dos temas de um seminário previsto para o final de julho, para apresentar aos empresários o novo rumo da Fábrica Social. “Até dezembro de 2018, a fábrica passava uma impressão negativa para os fabricantes, queremos mostrar para a sociedade o trabalho entre a Fábrica Social e o comércio. Precisamos colocar os comerciantes e principalmente os fabricantes pra fazer essa ligação”.

 

A empresária Mábel de Bonis da Fashion Campos inteligência em negócios e da CT de Vestuário e Moda é colaboradora da Fábrica Social. “Meu interesse é ver o setor se desenvolvendo bem, porque a gente sofre inúmeras ameaças externas, regionais, nacionais e agora com a entrada de empresas estrangeiras a gente tem que fortalecer a marca DF na área de moda. Segundo Mábel, a escola é especificamente voltada para negócios na área de moda, com um perfil forte de empreendedorismo, “por isso que estamos trazendo para a Fábrica Social, a ideia é fazer essa ponte da educação e setor produtivo”.  

 

A Câmara Técnica de Vestuário e Moda pretende apresentar a Fábrica Social no maior evento de moda do DF,  o Brasília Trends Fashion Week 2019 de  acontece de 06 a 10 de novembro no foyer do Teatro Nacional. “É uma meta da Câmara para divulgar, implementar e melhorar a o mundo da moda no DF”, disse Bernardeth.

 

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