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Codese reúne Câmaras Setoriais e analisa sugestões para levar ao GDF

Propostas emergenciais serão apresentadas a Rollemberg em setembro
25/08/2017
FONTE: Alan Rones

Criado oficialmente a menos de 90 dias, o Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal -  Codese/DF- reuniu pela primeira vez os membros das 17 Câmaras Técnicas para fazer balanço de suas atividades, e apresentar sugestões de curto, médio e longo prazo para melhorar a qualidade de vida da população. As propostas de curto prazo serão analisadas pela direção do Codese e levadas ao governador Rodrigo Rollemberg em setembro.

O encontro, que teve a participação de 148 voluntários que atuam nas câmaras técnicas, demonstra o acerto da criação do Codese, que rapidamente consegue traduzir em sugestões muitas das reivindicações da sociedade, salientou Paulo Muniz, presidente do Conselho. “Hoje já temos o apoio efetivo de 58 entidades da sociedade civil organizada e estamos nos organizando para levar aos governantes, atuais e do futuro, os anseios por uma Brasília melhor para se viver”.

Paulo Muniz acredita que, para vencer os momentos turbulentos é necessário encarar de frente os déficits econômicos e sociais que viemos acumulando ao longo da história- nas áreas da educação, saúde, moradia, segurança, desenvolvimento tecnológico e, principalmente de emprego. O Codese foi criado exatamente para sugerir aos governantes modelos viáveis para a solução desses e outros problemas, como demonstra os primeiros estudos que hoje são apresentados pelas câmaras técnica, salientou.

Indicações para estudos

As indicações das Câmaras Técnicas preveem estudos imediatos para o resgate da RIDE e os arranjos legais para a construção de uma região metropolitana única (Brasíia-Goiania-Ride. Na área dos Projetos Estruturantes, foram apresentadas oportunidades para intervenção em 6 áreas eixos, com 36 projetos. O segredo para estes arranjos é destravar os processos burocráticos.

Quanto ao desenvolvimento urbano existem várias sugestões: modificar o uso do solo, habitação e infraestrutura; melhoria dos serviços de transportes coletivo público; acessibilidade e segurança nas paradas de ônibus, além de várias outras providências que deveriam ser adotadas para longo prazo.

Quanto à gestão pública, o indicativo é desburocratizar, deixar de lado as amarras que impedem a ação daqueles que querem empreender. Na área de comércio e serviços, as propostas não diferem muito, acrescentando a necessidade de uma ação mais efetiva da área da segurança, a implantação da “zona azul” e a revitalização da W3.

Para a educação as prioridades indicam o fortalecimento da educação infantil (3 a 5 anos); ensino médio (15 a 17 anos); período integral; melhoria na formação técnica e formação continuada para   os professores.

No campo da energia renovável, a busca de investimentos na área de energia fotovoltaica, que tem vantagens comparativas excelentes, com sustentabilidade (utilizando e valorizando os resíduos sólidos). Estimular o uso desta energia pode trazer benefícios gerais. Na área da saúde preconiza-se maior atenção para a prevenção das endemias, maior transparência nos repasses financeiros, melhor distribuição de atendimento, com utilização racional dos postos de saúde.

 O setor da agropecuária, propõe-se maior agilidade nas regularizações fundiárias: adequação fiscal/fundiária frente aos estados permitindo maior equidade na competitividade; operacionalizar a granja do Torto, revitalizando sua vocação original.

Quanto à segurança, as propostas preveem e expedição de mandados de prisão preventiva e temporária contra criminosos perigosos; ações integradas das forças de segurança; reabertura das delegacias de polícia, entre outras. No terreno da tecnologia indica ações para a valorização dos processos de inovação nas empresas de TI; unificação da alíquota de ISS em 2% para desenvolvimento de softwares e prestação de serviços; e, principalmente, maior valorização do setor nas compras do GDF.

Na área do turismo, destaque para a necessidade de ativação oficial do setor pelo GDF, uma vez que o setor participa com 2,5% do PIB de Brasília. Para que isto se mantenha e aumente é necessário que as autoridades olhem com maior atenção para o setor. O mesmo vale para o setor de vestuário e modo, que vem sofrendo grande concorrência por não dispor de capacitação para disputar mercados através de compras 0n-line.

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