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No anel rodoviário, a esperança de novos polos econômicos no DF

Muito foi prometido, mas pouco se fez nos últimos 10 anos
01/02/2018
FONTE: Assessoria Imprensa Codese

O anel viário de Brasília, se e quando implantado, trará uma série de benefícios para a mobilidade no trânsito, fomentará o desenvolvimento econômico na periferia- gerando emprego e renda- aumentando a perspectiva de fixação da população perto do local de trabalho. Vai proporcionar a capitalização de investimentos nas áreas lindeiras, abrindo espaços para que Brasília se transforme no “hub” de cargas rodoviárias para todas as regiões do país. 
Para o diretor geral do DER/DR (responsável pelo projeto e execução do anel viário), Henrique Ludovice, essa será uma obra promissora para o desenvolvimento econômico do Distrito Federal, um novo modelo operativo, moderno, descentralizado, sustentável e estratégico. Para a Comissão Técnica de Logística e Distribuição do Codese, o traçado do anel, priorizando o quadrilátero do DF, só será um gerador de desenvolvimento se houver a participação efetiva das classes produtoras, investindo em novas áreas e setores, descentralizando as regiões produtivas do DF.
Nos últimos anos, os mais de 10 programas de propostas de desenvolvimento econômico ficaram na intenção e badalação dos governos, principalmente pela falta de um planejamento estratégico consistente. E, eventualmente pelas ações do Ministério Público. Esses programas fracassaram porque tinham o foco apenas no período de um governo, sem visão de longo prazo. A construção do anel viário, atendendo às necessidades logísticas de Brasília, é uma das metas de desenvolvimento propostas pelo Codese para ações do Estado a longo prazo, garantindo de emprego, renda e qualidade de vida para a população.
Uma nova matriz de desenvolvimento exige que a sociedade opine e deseje executá-lo. Ela precisa ter visão econômica, social, sustentável e estratégica; e que não seja apenas fruto de operações gestadas em gabinetes. O futuro anel viário, para ser operativo, precisa garantir que o deslocamento do eixo atual - onde o PIB está centrado na região metropolitana- se espraie para a periferia. Este movimento gerará maior emprego e renda, sendo vetor básico para transformar as regiões administrativas em áreas de desenvolvimento econômico, prevê Marcelo de Paula, gestor da CT de Logística e Distribuição do Codese.
Hoje, a circulação de veículos de cargas superior a 10 toneladas, só pode ocorrer entre as 5 e 22 horas, empacando transporte o de carga em rodovias que nascem ou cortam o DF. ”Nunca as autoridades pensaram em políticas públicas de desenvolvimento das atividades de logísticas, distribuição e comércio externo, mesmo sendo o DF uma alternativa segura e eficiente para os eixos Norte/Nordeste e Sul/Sudeste”, diz Marcelo.
“Transformar o DF em “hub” de cargas aéreas e rodoviárias, só ocorrerá com a construção do anel rodoviário dentro dos limites do DF. Essa preocupação não é bairrista, é econômica. Este novo caminho vai atrair investimentos e serviços, além de conter os graves problemas de mobilidade que hoje condenam os trabalhadores a passarem várias horas dentro dos ônibus. Sem o anel não existe plano de desenvolvimento que respeite e alicerce as características e vocações de cada região”.

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